Bitcoin ultrapassa R$ 150 mil: o que está por trás da alta?

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Conhecido também como BTC, a moeda virtual Bitcoin, foi apresentada pela primeira vez em 2008. Em 2010, logo nos seus primeiros anos, um Bitcoin valia somente 21 centavos. Hoje, a criptomoeda já ultrapassa R$ 150 mil. Veja o que está por trás da alta.

O que é Bitcoin?

O Bitcoin é uma moeda digital cujo seu valor é definido pelo mercado. Seu diferencial é que os usuários não precisam de nenhuma instituição para fazer transações. Outro ponto, é que ele não é emitido por nenhum governo.

Ou seja, a moeda não existe fisicamente e a compra, venda e movimentações são feitas 100% online. O Bitcoin é produzido de forma descentralizada por milhares de computadores e é mantido por usuários.

O BTC está se tornando cada vez mais viável tanto para Pessoas Físicas, como para Jurídicas, Isso porque ele oferece vantagens como:

• Segurança oferecida pela criptografia blockchain;
• Rede de pagamento descentralizada (ponto-a-ponto);
• Liberdade de pagamento;
• Taxas menores;
• Controle e transparência das suas transações;
• Ótimo retorno de investimos;
• Tendência de alta (por conta do design deflacionário, o Bitcoin tende a ser cada dia mais raro e valorizado no mercado).

Bitcoin ultrapassa R$ 150 mil

No dia 27 de dezembro de 2020, o valor do um Bitcoin subiu para R$ 150 mil no Brasil e não para de valorizar. Em dólar, a criptomoeda já é negociada acima dos US$ 28 mil.

Somente no ano de 2020 o Bitcoin teve uma valorização de 410% em real, já em dólar a valorização é de 290%. Nos primeiros dias de 2021, a criptomoeda está valendo cerca de R$ 162 mil.

O que está por trás da alta do Bitcoin?

A valorização do Bitcoin se deu principalmente por conta da pandemia, que mudou os hábitos dos consumidores, fazendo com que o dinheiro virtual criasse mais valor, com o aumento das compras e movimentações financeiras online.

Além disso, 2020 impulsionou a entrada das empresas para o mundo do Bitcoin. Para se ter uma ideia, somente a MicroStrategy, empresa de bussiness inteligence listada na bolsa de valores americana, comprou US$ 425 milhões em Bitcoin. Nos meses seguintes, ele seguiu comprando e já acumula mais de US$ 1,1 bilhão.

Seguindo essa tendência, várias outras empresas começaram a investir fortemente na criptomoeda como uma reserva de valor e hedge contra o dinheiro fiduciário.

Outro aspecto que influenciou na valorização do Bitcoin foi a facilitação no acesso à criptomoeda. Atualmente é possível negociá-la por conta própria ou através de corretoras. Em novembro de 2020, o PayPal também passou a permitir que seus clientes negociassem Bitcoin através do aplicativo, de forma rápida e fácil.

A previsão de especialistas é que a criptomoeda ganhe cada vez mais forças no mercado, principalmente se houver desvalorização no dinheiro físico.


via foregon

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